Cheia de falhas, farta de acasos; carregando contratos de amor, que nunca me foram assinados. Sou protagonista das noites, mesmo as vezes fazendo apenas a parte da figuração. Sou fato concreto, odeio o discreto. Assumo, e me desculpo, por vocês estarem tão enlouquecidos.
Fala-se pouco porque? Sim, fala-se pouco. Poucas verdades!
Eu tenho medo da minha falta de medo.
Só tenho medo do meu eterno não ser teu agora, e do teu agora não ser meu eterno.
Eu tenho medo da minha falta de medo.
Eu sou assim, cheia de mim.
Só tenho medo do meu eterno não ser teu agora, e do teu agora não ser meu eterno.
Eu tenho medo da minha falta de medo.
Eu sou assim, cheia de mim.

Nenhum comentário:
Postar um comentário